Em uma frase: por que isso importa
Faltar, anular ou votar em branco também pesa no resultado. Esses votos ficam fora da conta dos votos válidos, e a vitória passa a ser decidida por menos gente.
Exemplo: numa cidade com 100 eleitores, se 30 faltam, anulam ou votam em branco, sobram 70 votos válidos. Para ter mais da metade, bastam 36 votos, e não 51. A conta vale igual para qualquer candidato. Abaixo, o mesmo retrato lugar por lugar.
Perto de você
Mapa
Voto FAB: Faltou, Anulou, Branco
As partes do voto FAB
O voto FAB em cada cargo
FAB × voto
Como ler: cada bolinha é um lugar. Quanto mais para a direita, maior ali o voto FAB (ou a parte dele escolhida em "Cruzar"); quanto mais para cima, maior o voto no candidato escolhido; quanto maior a bolinha, mais eleitores. A linha tracejada mostra a tendência geral.
Índice K: onde o voto FAB pesa mais
Criado e nomeado pelo Comitê do Eleitor. Mede, em cada lugar, quanto o voto FAB poderia pesar para um lado ou para o outro. Como é calculado » · Páginas próprias: Índice K-L (Lula) · Índice K-F (Flávio Bolsonaro)
Onde o voto FAB é maior e onde é menor
Como ler
Voto FAB: quem Faltou, Anulou ou votou em Branco, sobre todos os eleitores do lugar.
A régua é uma só: todos os eleitores. Candidatos e voto FAB são medidos sobre o eleitorado inteiro, e por isso os percentuais dos candidatos são menores que os da apuração. As exceções estão marcadas nos próprios quadros: o cruzamento usa os votos válidos, e o Índice K usa só os votos dos dois candidatos do 2º turno.
Índice K é uma medida criada pelo Comitê do Eleitor: % de voto FAB do lugar × vantagem de um finalista sobre o outro ali. Diz quantos votos de saldo sairiam, a cada 100 eleitores, se quem não escolheu votasse como os vizinhos. O Saldo K é o índice vezes os eleitores do lugar. É hipótese: mede o tamanho da reserva, não o que vai acontecer.
O cruzamento compara lugares, não pessoas. É pista, não conclusão. Números oficiais do TSE, sem ajuste; o método vale igual para qualquer candidato.